sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Vento
O frio da noite passeia por todo o meu corpo
brinca,brinca,brinca... faz arrepiar de repente
Depois com um leve silêncio ardente
Repousa em meu peito com ar de paixão.

A janela do leito, entreaberta, te chama para junto de mim
ó vento, venha brincar!
Venha sem demora, não me agrada esperar.
Quero teus sopros a arrepiar, loucamente, minha pele por toda esta noite sem fim.

Que delícia sentir tua brisa por aqui!
Não, não se apresse em partir.
Ó, vento, venha me enlouquecer!

Venha sem pensar, meu querido!
Ah, vento, não te esqueças, nem por uma noite, de não me esquecer.

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